terça-feira, 7 de abril de 2015

EM COLETIVA O SINPOL PEDE INTERDIÇÃO DO IML DE PETROLINA


O IML de Petrolina é uma questão de saúde pública. Um ambiente medieval que deve ser interditado até que se ofereçam condições humanas de uso.
No Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife, Petrolina e Caruaru, os diretores do Sinpol encontraram um ambiente de insalubridade medieval, em pleno século XXI.
No IML de Petrolina, encontramos a seguinte realidade:
·         A rampa de acessibilidade da calçada estava quebrada e remendada com asfalto
·         Muitos dos ar-condicionados estão quebrados;
·         Constante ausência de médicos legistas;
·         Alojamento para as pessoas do administrativo com camas quebradas, colchões sujos;
·         A máquina de radiologia guardada indevidamente no depósito;
·         Não existe armário para guardar materiais de limpeza e higiene;
·         Materiais coletados expostos sem lugar adequado e seguro para acondicionamento;
·         Aparelho para exame sexológico não está sendo utilizado por falta de estrutura;
·         A sala do gestor é no antigo banheiro, mesmo assim, cheia de caixas empilhadas;
·         Gambiarras elétricas por todos os lados;
·         Depósito de lixo improvisado;
·         Beliches dos alojamentos comprados pelos próprios funcionário e colchões mofados;
·         Sala de material para utilizar nas perícias sem as mínimas condições de acondicionamento;
·         Pouca quantidade de Macacões (roupa de trabalho) utilizadas pelos profissionais para fazer a perícia;
·         Local para higienização dos materiais utilizados nas perícias precário. Uma torneira sustentada por quatro tijolos;
·         Local para guardar as EPIs para necropsia em armário improvisado pelos funcionários;
·         Teto com infiltrações, goteiras, rachado;
·         Péssimas condições do local onde os carros deixam os corpos;
·         As geladeiras têm apenas quatro gavetas e os corpos são acumulados, chegando a suportar quatro corpos em uma só gaveta;
·         Também existe gavetas quebradas, com vazamento e estrutura rachada;
·         A falta material para exame laboratorial é crônica;
·         O “mata mosca” não funciona mais.
  
























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